terça-feira, 24 de março de 2009

Vale Quanto Pesa


Still Dangerous: Live at the Tower Theater Philadelphia 1977 (Lançamento: 2009) – Thin Lizzy

Por 32 anos o guitarrista Scott Gorham ficou guardando esse material gravado no período áureo da banda. Ano passado, a recém criada gravadora VH1 Classics Records resolveu interromper a aposentadoria do tarimbadíssimo produtor Glyn Johns (Stones, Who, Led Zeppelin, Eagles) para masterizar esse belo registro. Agora em março para o deleite dos fãs e saudosistas saiu "Live at The Tower Theater Philadelphia".
É sem dúvida a melhor fase da banda. Num período de dois anos o Thin Lizzy já tinha lançado três belíssimos álbuns: o clássico Jailbreak (1976), Johnny the Fox e Bad Reputation, ambos lançados em 1977.

Com os holofotes da crítica a seu favor, fizeram uma extensa turnê mundial marcada por shows altamente energéticos. É Inquestionável o poder do Thin Lizzy nos palcos. A performance na Philadelphia é equilibrada, apresentando hits já consagrados como “Soldier of Fortune”, “Jailbreak” e “Cowboy Song”, contrapondo com momentos mais pesados e energéticos como as faixas “Massacre” e “Opiun Trail”. Nem é preciso lembrar dos harmoniosos duelos guitarristícos travados por Scott Gorham e Brian Robertson. Os dois fizeram escola e influenciaram diretamente o heavy metal e hard rock dos anos 80.
Com tanta disposição no palco, não foi a toa que resolveram lançar Live & Dangerous (1978), que definitivamente consagrou os irlandeses.
Live & Dangerous é uma polêmica a parte. Já foi considerado por muitos críticos como um dos melhores álbuns gravados ao vivo na história do rock, mas na verdade era uma coletânea da turnê de Bad Reputation.
Portanto, "Live At The Tower Theather of Philadelphia" é um autêntico show do Thin Lizzy na íntegra, sem overdubs e mixagens.

Mas a grande notícia é que o Thin Lizzy fará dois grandes shows ao lado do Metallica em agosto desse ano. Lógicamente sem a formação clássica até porque o vocalista Phil Lynott faleceu em 1986.
Os shows serão realizados em Londres e Dublin (Irlanda).
Se você quiser escutar um pouco mais desse novo, velho álbum confira essa e outras atrações no programa É Rock! desse final de semana.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Atrações - É Rock! dias 21 e 22/2/2009


Pra vc que quer desencanar de batuque neste carnaval, fique antenado no É Rock!,

o programa prepara vários mini-especiais com Nirvana, Ocean Color Scene e atrações que aterrissam em território barriga verde neste finde: (Som Nosso de Cada Dia - destaque no Psicodália que acontece em São Martinho e Manu Chao (foto) que tocará em Camboriú no Rancho Maria´s).

Além disso tem: rock alemão (70´s) do Atlantis, Heavy Cruiser, Billy Janey Band, lançamentos de Frank Jorge, White Lies e Starsailor.
No É Rock! Regional o destaque é a joinvilense Lost In The Box

Então marque aí: É Rock! vai ao ar sábado (a partir das 20h) com reprise aos domingos (a partir das 17h)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

História do Programa

2000 - 2001

O programa foi ao pela primeira vez no dia 1 de setembro do ano 2000.
A apresentação ficou a cargo do jornalista Fernando Pinto Jr., a produção geral com Fábio Raposo, e a direção de áudio a cargo de Paulo Marttini.
Com 1 hora de duração, o programa abordou toda a história do rock, desde o surgimento do blues no delta do Mississipi, passando por sua mesclagem com outros ritmos (bluegrass, country, wester swing, twist, boogie woogie, rockabilly, hilbilly, etc...) levando até a formação do avassalador rock’n’roll. O programa apresentou ícones do rock em especiais, com duas horas de duração. Elvis, Little Richards, Beatles, Stones, Kinks, The Who, Creedence, Beach Boys, Janis Joplin, Hendrix, Bob Dylan, Doors, Pink Floyd, Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabath, David Bowie, Neil Young, Kiss, Eric Clapton, Rush, Van Halen, Movimento Punk Rock, R.E.M., U2, The Cult, The Cure, Guns N’ Roses, Mettallica, Nirvana, Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, Soundgarden, Radiohead entre outros, que foram minuciosamente apresentados com sons clássicos e raros.

Outras bandas e artistas mais obscuros eram apresentados em blocos que obedeciam a uma cronologia histórica. Não só o rock em si era abordado, mas suas várias vertentes e fatos históricos importantes como a criação dos selos Stax e Motown, que revelou gênios da soul Music, R&B e funk, o rock dos anos 60, a "contra-cultura", a "invasão britânica", a resposta dos americanos, o início do psicodelismo, o rock progressivo, o hard rock, a formação do heavy-metal, a formação do movimento punk rock. A new wave nos anos 80, o grunge e rock alternativo dos anos 90 entre tantos.
Porém Fernando e Fábio, resolveram criar um bloco que atendesse a demanda de bandas e artistas locais que não possuíam espaço nas rádios da região. Assim foi criado o "É Rock! Regional".
2002 - 2003

Em 2002, o programa passou a ter 1 hora e meia de apresentação. Nesse período, Fernando Pinto resolve mudar-se de Joinville. A apresentação fica a cargo de Carla Sousa, que passa a dar mais dinamismo na análise histórica. Fábio convida o músico Marcelo Rizzatti, que passa a apresentar um novo quadro no programa: É Rock! Lançamentos . A direção de áudio passou a ser exercida por Clóvis Correa.
O programa passa a realizar pequenos shows e festivais em algumas casas noturnas (Big Bowlling, Rutana, Cais 90). O critério era escolher bandas, com repertório próprio.
No final daquele ano, Carla resolveu mudar-se para o exterior. Fábio e Marcelo assumem a apresentação. A essa altura, o programa, analisava a história do rock nacional. Resolvem então, convidar um grande “entendedor do ramo”, que possuía um acervo valioso. Parffit Jim Balsanelli, passa a fazer parte da equipe e logo recebe o apelidou de “Enciclopédia do Rock”.
Nesse período é realizado o “É Rock Festival”, show com 16 bandas que se apresentaram em dois domingos e que teve como destaque a banda paulistana de metal Sagga, hoje conhecida como Holly Sagga. Ainda, em 2002 é realizada a primeira “Pelada É Rock!", Futebol e Jam Sessions, torneio de futebol com o objetivo de interagir os músicos da cidade e região.
Em 2003, o programa fez uma parceria com a O&A eventos e realizou seu primeiro grande evento – Joinville É Rock! Festival, show com seis bandas locais e Ultraje À Rigor.O evento reuniu no total 10 mil pessoas, no Expocentro Edmundo Dobrawa.

2004 - 2009

Para o ano seguinte, os organizadores buscaram um local que possuísse uma acústica melhor. Resolvem então realizar na Expoville. Na entrada, era cobrado apenas 1 kg de alimento não perecível. O evento reuniu 16 bandas locais, que faziam shows intercalados, com destaque para Ira! e TNT no final.
Ainda em 2004, o programa realizou festivais e shows com bandas independentes do cenário nacional como: Hipnóticos (RS), Faichacleres (PR), Motormama, PB e Detetives (SP).
Em 2005, o programa passa a ter 2 horas de duração e reprise aos domingos.O jornalista Rubens Herbst é incorporado a equipe, que terminada a saga histórica, resolve apresentar blocos mais ecléticos e dinâmicos, sem perder o conteúdo informativo e cultural.
Depois dessa mudança o É Rock! firma-se com uma programação mais leve sendo apresentada nesse formato até os dias atuais.
O É Rock! Festival de 2005 passou a fazer parte do calendário oficial de aniversário da cidade. Apresentou 16 bandas regionais e show nacional com a banda Camisa de Vênus. Foram arrecadados 6,7 toneladas de alimentos não perecíveis.
Em 2006, o festival teve a presença de 14 bandas independentes da cidade, Celso Blues Boy & Karadura Blues Brothers e Cachorro Grande. Foram arrecadados 7, 5 toneladas de alimento não perecível.
O evento cada vez mais passou a ter interesses e conotações políticas que atrapalhavam e desanimavam os organizadores. Houve tentativas frustratas de reerguer o evento em 2007 e 2008. Como rock e política nem sempre é uma combinação saudável, foi resolvido que o festival deixaria de existir. Os comunicadores resolveram fazer eventos pequenos, mas com intuito de incentivar a cena local através de intercâmbio com bandas de outras cidades. Assim surgiu em 2008, a "Noitada É Rock!" que apresentou em sua primeira edição show com Os Depira de Joinville e Lenzi Brothers de Balneário Camboriú.
Para 2009, a intenção é inscrever a "Pelada É Rock!" no Edital de Apoio as Artes da Fundação Cultural e fazer pequenos eventos nos bares e casas noturnas da cidade.
O programa segue apresentando em duas horas todas as tendências do rock e suas principais vertentes, tendo como ênfase, os lançamentos, o rock underground e os clássicos do gênero.
Continua dedicando grande espaço para as bandas, artistas, shows e eventos regionais.

Quem faz o É Rock!

O Programa É Rock! é apresentado pelo publicitário Fábio Raposo, os músicos Parffit Jim Balsanelli e Marcelo Rizzatti e o jornalista Rubens Herbst. A produção de áudio é realizada por Alex Schneider.
Outros participantes: A produção de áudio já foi realizada por Clóvis Correa, Paulo Marttini, Edu Barjona, Luis Felipe Colorado, Rafael Costa e Teo Albrecht. A apresentação já passou pelas mãos de Fernando Pinto Jr e Carla Sousa.
Colaboradores: Inúmeros músicos já participaram do programa como convidados especiais, mas existem colaboradores que volta e meia apresentam ou fornecem material para o programa como o advogado e músico Rafael Zimath da banda Alva, Allan, guitarrista da banda Karadura Blues Brothers, Heliot Jr, baterista da banda Blasè e o jornalista Helio de Sousa que é trompetista da banda Fevereiro da Silva.